Passar a ferro é uma tarefa árdua... na melhor das hipóteses! Mas se é proprietário ou gere um hotel, sabe que é uma parte essencial do serviço de limpeza, pois ajuda a manter a aparência e a sensação de frescura que os seus hóspedes esperam e merecem no que respeita às suas roupas.
O passar a ferro de forma tradicional, à mão, ainda é algo generalizado no setor social e na hotelaria. Mesmo com os utensílios e equipamentos certos, pode ocupar uma parte significativa do dia de trabalho da sua equipa. Seria benéfico ter uma forma simples de reduzir este investimento de tempo.
Passar a ferro também não é uma tarefa fácil. É repetitiva e cansativa. Estes são alguns dos fatores que fazem com que seja uma potencial causa de distúrbios músculo-esqueléticos (DME). Estes provocam dores e mazelas que levam a equipa de housekeeping a sofrer em silêncio ou a ficar ausente do local de trabalho.
De acordo com pesquisas conduzidas pelo Bureau of Labor Statistics dos EUA, os DME são encontrados em quase todos os locais de trabalho. De facto, em muitos países, os DME estão entre as maiores causas de acidentes de trabalho e afastamento do local trabalho. Se nada for feito, podem levar a sofrimento a longo prazo e problemas de saúde ainda mais graves numa fase posterior da vida. Muitas das ações repetidas durante o passar a ferro, como empurrar, puxar, dobrar, esticar, levantar e baixar, podem aumentar o risco de DME. Seria ideal ter algo que pudesse facilitar a tarefa de passar a ferro.
Muitos setores da indústria identificaram benefícios significativos na saúde, segurança e produtividade ao analisar os aspetos ergonómicos das suas operações. A ergonomia pode ser aplicada ao passar a ferro, pois lida com os movimentos que são efetuados na realização da tarefa. Em termos gerais, pode tornar o passar a ferro mais simples, seguro e eficiente.
A forma mais simples de reduzir o risco, em qualquer situação, é modificar o processo, de forma a eliminar a causa subjacente. No que diz respeito à lavandaria, significa tornar os processos mais ergonómicos para reduzir o número e a intensidade dos movimentos repetitivos. O que pode incluir:
- Tarefas rotativas, para que cada colaborador esteja menos tempo em cada uma
- Redefinir a altura da tábua ou mesa de passar para a posição ideal da pessoa que está a passar a ferro
- Eliminar posturas estáticas: movimentos ocasionais ajudam a prevenir lesões
- Manusear roupas em carrinhos, em vez de cestos, para reduzir a quantidade de vezes que se dobram para apanhar artigos e evitar transportar manualmente cargas pesadas e volumosas
Estes são passos simples que qualquer empregador responsável pode implementar com muita facilidade e com pouco ou nenhum custo adicional.
E as propriedades da roupa que está a ser passada a ferro?
A quantidade e a gravidade do vinco produzido durante a fase de lavagem afetam o tempo e o esforço necessários para passar uma determinada peça a ferro. De forma semelhante, a resistência do tecido ao movimento do ferro, resultado do atrito, afeta o esforço necessário. Assim, reduzir o vinco e o atrito facilita a tarefa de passar a ferro, seja qual for a peça de tecido.
Estudos práticos que realizámos, mostram que ao adicionar um produto simples, o Clax Deosoft Easy2Iron conc, ao ciclo de lavagem da roupa, em vez de um amaciador tradicional, pode reduzir em 30% o esforço necessário durante o passar a ferro. Tal consegue-se ao reduzir a quantidade de vincos e a resistência do tecido ao ferro.
Isto é importante por dois motivos. Primeiro, a sua equipa poderá concluir as tarefas de passar a ferro mais depressa e com menos cansaço, o que significa que podem ficar atentos e produtivos durante mais tempo, conseguindo assim manter padrões de qualidade mais altos. Segundo, e com a mesma importância, é menos provável que sofram de DME e condições semelhantes, como resultado do seu trabalho.
Certamente serão boas notícias para todos.
